sábado, 1 de dezembro de 2012

Agradecimentos a Deus para Adolescentes



Versículo: "E a paz de Cristo, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos" (Colossenses 3:15)

O que dizer: O agradecimento a Deus é o reconhecimento (segundo o dicionário Michaelis é “gratidão por um benefício recebido”) do que Deus tem colocado em nossas vidas e o mover do nosso coração em louvor para agradá-lo. Quando ganho um presente, digo: “Obrigada”. Deus me dá presentes todos os dias. O sol nasce, tenho água encanada, escova de dentes com pasta, café da manhã, escola para ir, outras atividades, comida em abundância (embora eu ache que devia ir ao McDonalds todos os dias...heheheh...), caminha quente e cheirosa para dormir e muito mais...
Hoje quero dizer: “Obrigada, Senhor”.

O que levar: Corações de papel, lápis para os adolescentes escreverem o que querem agradecer e uma caixa de presente grande para recolher os corações. Ajude-os com a lista abaixo.

Ponto Alto: Feche a caixa com fita e entregue esse presente a Deus, como aroma suave, em louvor e adoração, em oração com os adolescentes. 

Rápido, fácil, mas precisa de oração e unção para que entendam que esse louvor deve ocorrer diariamente.

Pelo o que agradecer:

Material
·         Roupas, tênis (uns têm o tênis da moda, o amigo do lado tem o que o pai pode comprar e outro do seu mesmo lado pode ter um que lhe foi dado...), computador, internet, celular (coisas que tenho, quer eu sempre quis e me foi dado ou conquistei);
·         Escola, professores, passar de ano;
·         Alimento (alguns estão até fofinhos);
·         Igreja, grupo de adolescentes, líderes, professores;
·         Passeios.

Emocional
·         Esforço dos pais em dar internet, roupas, tênis da moda, celular;
·         Amor dos pais (mesmo que não consigam demonstrar);
·         Amigos;
·         Amor do pastor/pastora e líderes da igreja.

Espiritual
·         Salvação em Cristo;
·         Pela Palavra de Deus (esforço feito para ler a Palavra e receber alimento por ela);
·         Ter a certeza que Deus está comigo o tempo todo;
·         Por saber, que mesmo errando, Deus não desiste de mim;
·         Por algum milagre que aconteceu comigo ou com quem eu amo;
·         Porque Deus me ama! Ele simplesmente me ama e não pede nada em troca por esse amor.


Beijos e boa reunião, na paz do Senhor Jesus!


sábado, 10 de novembro de 2012

Quando leio a carta aberta de John Haggai, um homem de Deus, com mais de 80 anos, fico me perguntando porque acho que minha vida já era.
Ainda restam mais de 30 anos, se me comparo a ele e posso fazer mais, muito mais.
Em sua última publicação "From the desk of John Edmund Haggai', que vale a pena seguir e treinar o inglês com qualidade de leitura, ele mostra Jesus, o Incomparável.
Não resisti e passo a traduzir uma parte do ele escreveu. No final, o link dos créditos.

Christ the Incomparable
Cristo, o Incomparável

John 3:31
João 3:31

He that cometh from above is above all.
Aquele que vem de cima é sobre todos.

I.  Who is this Christ of Whom I speak?
I. Quem é o Cristo, a quem eu prego?







No character stepping out on the platform of history can abide in the presence of the incomparable Christ — the heartthrob of history, the diadem of the universe, the fulfillment of prophecy — the Savior of the world.
Nenhum personagem pertencente à plataforma da história poderá se sobressair na presença do incomparável Cristo – o grande conquistador da história, o diadema do universo, o cumprimento da profecia – o Salvador do mundo.
 

Christ overshadows all.
Cristo é o maior de todos.

He is the vox humana in all music, the line of grace in all sculpture, the most exquisite blend of light and shade in all paintings, the pinnacle of achievement in every endeavor.
Ele é a voz humana em todas as músicas, a linha de graça em todas as esculturas, a mais delicada mistura de luzes e sombras em todas as pinturas, o ápice da realização humana. 

To the artist, He is the Altogether Lovely.
Para o artista, ele é Totalmente Amável.

To the architect, He is the Chief Cornerstone.
Para o arquiteto, Ele é a Pedra de Esquina.

To the astronomer, He is the Bright and Morning Star.
Para o astrônomo, Ele é a Brilhante Estrela da Manhã.

To the baker, He is the Living Bread.
Para o padeiro, Ele é o Pão da Vida.

To the biologist, He is the Life.
Para o biólogo, Ele é a Vida.

To the builder, He is the Sure Foundation.
Para o construtor, Ele é a Fundação do Mundo.

To the carpenter, He is the Door.
Para o carpinteiro, Ele é a Porta.

To the doctor, He is the Great Physician.
Para o médico, Ele é o Médico dos Médicos. 

To the educator, He is the Great Teacher.
Para o educador, Ele é o Grande Mestre.

To the engineer, He is the New and Living Way.
Para o engenheiro, Ele é o Vivo e Novo Caminho.

To the geologist, He is the Rock of Ages.
Para o geólogo, Ele é a Rocha Eterna.

To the author, He is the Living Word.
Para o autor, Ele é a Palavra Viva.

To the farmer, the Sower and Lord of the Harvest.
Para o fazendeiro, o Semeador e o Senhor da Colheita.

To the florist, the Rose of Sharon and the Lily of the Valley.
Para a florista, a Rosa de Sarom e Lírio do Vale.

To the horticulturist, the True Vine.
Para o horticultor, a Videira Verdadeira.

To the judge, the Righteous Judge, the Judge of all men.
Para o juiz, o Justo Juiz, o Juiz da Humanidade.

To the journalist, the Good Tidings of Great Joy.
Para o jornalista, as Boas Novas de Grande Alegria.

To the philosopher, the Wisdom of God.
Para filósofo, a Sabedoria de Deus.

To the preacher, the Word of God.
Para o pregador, a Palavra de Deus.

To the statesman, the Desire of All Nations.
Para o político, o Desejado das Nações.

To the toiler, the Giver of Rest.
Para o trabalhador, o Deus de Paz.

To the sinner, the Lamb of God that taketh away the sin of the world.
Para o pecador, o Cordeiro de Deus que tira todo o pecado do mundo.

To the Christian, the Son of the Living God, the Savior, the Redeemer, and Lord.
Para o Cristão, o Filho do Deus Vivo, o Salvador, o Redentor e Senhor.

To the disciple, the Commander-in-Chief Who gives us our orders with unmistakable and unconditional clarity.
Para o discípulo, o Comandante-Chefe que dá as suas ordens com clareza inerrável e incondicional.
  

Créditos: J.E.Haggai, Haggai Institute, visitado em Nov.10, 2012, http://us5.campaign-archive2.com/?u=0f4b77ee35d05795e352d25f0&id=dfa5dfcdd5&e=[UNIQID]

quarta-feira, 30 de maio de 2012

OS EVANGELHOS SINÓTICOS


1  INTRODUÇÃO

Os Evangelhos apresentam a narrativa dos principais fatos da vida e das palavras de Jesus, indo do seu nascimento até a sua ascensão aos céus. Os Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas “apresentam grande semelhança na narração dos fatos” (MICHAELIS, 2009), por isso são chamados de sinóticos.

A palavra sinótico deriva do grego, “syn” (junto) e “οψις” (opsis = ver). Significa que as informações colhidas pelos escritores possam ter sido de uma mesma fonte.

Este trabalho pretende apresentar o estudo dos Evangelhos Sinóticos como paralelos e a questão da fonte da qual se derivaram.


2  AS SEMELHANÇAS NOS EVANGELHOS SINÓTICOS

Os Evangelhos Sinóticos foram escritos para apresentar a vida e o ministério de Jesus, de forma sintética, resumida, sem a pretensão de se criar uma bibliografia ou apresentação de sua personalidade. 

Por apresentarem particularidades, mesmo que as narrativas tenham seguido de certa forma numa mesma direção, esses evangelhos mostram que foram escritos para contextos diferentes e devem ser examinados de forma paralela. Teologicamente podemos dizer que os escritores tinham objetivos e grupos determinados para cada um dos conteúdos apresentados.

Braga (2010) explica melhor essa questão dizendo que,

“Podemos perceber que, o propósito de cada evangelho era determinado pelas peculiaridades e dificuldades de cada grupo a que se dirigia cada um deles. Os primeiros evangelhos podem ser dispostos em colunas paralelas para facilitar o estudo comparativo do material que cada livro contém; este tipo de apresentação é conhecida como “sinopse”, pois permite analisar o conteúdo dos Evangelhos como um conjunto, como um todo, por esta razão, os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas são conhecidos como “sinóticos”, pois incluem relatos parecidos que podem ser estudados de forma paralela.” (BRAGA, 2010).

Assim sendo, é indubitavelmente comprovada a inspiração divina, já que o estudo paralelo é perfeitamente possível, mesmo que com finalidade diversificada.

Diversos estudiosos tentaram colocar os Evangelhos em ordem cronológica, mas por não se conseguir chegar às datas que foram escritos precisamente, decidiu-se por começar com Mateus, que foi apóstolo e certamente vivenciou grande parte do que relatou, seguido de Marcos e Lucas, que foram discípulos dos apóstolos.


3  FONTE DE ONDE SE DERIVARAM OS EVANGELHOS SINÓTICOS

Diante da semelhança de conteúdo e estilo, surgiram suposições relacionadas à fonte na qual os escritores teriam baseado o relato dos acontecimentos.

As suposições e teorias em torno desse tema deram origem ao “problema sinótico”. Uma das teorias diz que houve um documento “Q”, de quelle, que em alemão significa fonte. Os três evangelistas teriam usado essa fonte em comum.

Se passar-se a crer dessa forma, os textos serão reduzidos a belos trabalhos literários, negando-se sumariamente a sua inspiração divina, com propósitos definidos.

O site GotQuestions.org (2010) contra argumenta a teoria do documento “Q”:

“Há evidência para um documento “Q”? Não, não há. Nenhuma porção ou fragmento de um documento “Q” jamais foi encontrado. Nenhum dos fundadores da igreja primitiva jamais mencionou uma “fonte” para o Evangelho em seus manuscritos. “Q” é a invenção de “estudiosos” liberais que negam a inspiração da Bíblia. Eles acreditam que a Bíblia é apenas um trabalho literário, sujeita ao mesmo tipo de crítica que outros trabalhos literários. Novamente, devemos dizer, que não há qualquer evidência para o documento “Q” – biblicamente, teologicamente, ou historicamente.” (2010)

Existe a possibilidade, contudo, de um dos evangelhos ter sido escrito primeiro e os outros dois terem se baseado nas seqüências dos acontecimentos. Crê-se que Marcos foi o primeiro a ser escrito, mas não há provas desse fato. Trata-se de suposição na tentativa de se esclarecer a questão.

3  CONCLUSÃO


Alguns teólogos, que se apegam à teoria do documento “Q” e ensinam essa teoria como uma verdade e estão levando vários cristãos a crerem nisso. Prova disso é o número crescente de artigos na internet sobre o tema.

Para esses que procuram humanizar as coisas que são espirituais, pode-se deixar uma pergunta: “Deus não é capaz de inspirar e fazer com que três pessoas diferentes, com estilos e objetivos ainda que vários, escrevam obras que andem paralelamente no seu conteúdo?”

O apóstolo Paulo consegue descrever essa situação dizendo “Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (BÍBLIA,  N.T. 1 Coríntios 2:14).

Certamente é aí que repousa a beleza de Deus, na sua sapiência e demonstração existencial do que é divino, muito além do entendimento humano. Ele não deixou claro para o cristão e leitor da Bíblia, se houve ou não uma fonte determinada.

Sendo esta mais uma questão que será revelada segundo a sua determinação e vontade, fica, portanto, para os estudiosos da Palavra de Deus a questão de se crer ou não na inspiração divina.


4  REFERÊNCIAS

BÍBLIA, Português. Bíblia Online. Tradução: Almeida Corrigida e Revisada Fiel. Disponível em http://www.bibliaonline.com.br/acf/1co/2 Acesso em: 6 jun. 10

BRAGA, João Carlos Delgado. O que são Evangelhos Sinóticos? Disponível em http://www.atosdois.com.br/print2.php?codigo=1343 Acesso em: 6 jun. 10


GotQuestions.org. O que é problema sinótico? Disponível em http://www.gotquestions.org/portugues/problema-sinotico.html Acesso em: 6 jun. 10