sexta-feira, 14 de outubro de 2011

CONHECIMENTO CIENTÍFICO


A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO



RESUMO

A importância do conhecimento científico se reconhece no momento que este conhecimento se torna útil, tanto para o pesquisador como para quem irá usufruir dos resultados da pesquisa apresentada. Há qualidades no conhecimento científico que o caracterizam e que provam a sua importância real para a humanidade. Tal importância precisa ser assimilada e disseminada às próximas gerações.

Palavras chave: objetividade, clareza, confiabilidade.


1  INTRODUÇÃO

Conhecimento é uma palavra ampla no seu sentido, em seu significado empírico, usual e generalista. É casualmente adquirido ou assimilado pelo ser humano, através de fatos, concretos ou abstratos, ininterruptamente, sem levar em conta procedência, importância, veracidade e a sua real utilidade.

Todo ser humano, em geral, ávido por conhecer, acaba se lançando ou se expondo a toda sorte de meios de informação. E é no emaranhado de informações impressas, faladas, visuais, sensoriais, que o conhecimento científico se destaca, pela sua objetividade, seriedade, clareza, confiabilidade e senso real de utilidade.


2  QUALIDADES DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO

O conhecimento científico de determinado assunto, procura organizar e esclarecer a partir do saber empírico. Também amplia as descobertas já comprovadas, uma vez que todo conhecimento tem caráter ilimitado.

A seguir, vamos ver algumas qualidades do conhecimento científico, que servem de base para provar-se a sua importância para o enriquecimento do ser humano.
2.1  OBJETIVIDADE

A escolha de um tema, uma problemática ou até mesmo curiosidade dá início a uma pesquisa científica que irá gerar o então mencionado conhecimento científico. Para Van Dalen e Meyer (apud RUDIO, 2004, p. 16) “o trabalho de pesquisa não é de natureza mecânica, mas requer imaginação criadora e iniciativa individual”.

Ao contrário do que se pensa inicialmente, a pesquisa científica não é reservada para mentes privilegiadas, filósofos, pesquisadores e cientistas. É, sim, para todo aquele que queira conhecer de maneira sistematizada todo e qualquer assunto ou matéria, de que gênero for. Para Rudio (2004, p.16) “[...] talvez uma das maiores dificuldades, de quem se inicia na pesquisa científica, seja a de imaginar que basta um roteiro minucioso, detalhado, para seguir e logo a pesquisa estará realizada”.

O que realmente faz com que a pesquisa seja levada a termo é a persistência, dedicação e esforços contínuos do pesquisador, cujos objetivos bem traçados e seriedade, o levarão a ter uma experiência enriquecedora para si, para a ciência e para aqueles com quem puder compartilhar os seus resultados.


2.2  CLAREZA

A clareza se dá com o uso da metodologia ou sistemática adequada para cada caso ou tema escolhido. Serve para dirimir dúvidas quanto à veracidade dos dados coletados e resultados, enobrecendo a qualidade do novo conhecimento científico apresentado.

Os métodos mais comuns, utilizados em pesquisas, são os da observação, hipóteses, experimentação e coletas de dados. Contudo, fica por conta da criatividade do pesquisador, tanto a escolha como o desenvolvimento de novas metodologias.

Para Jacobini (2004, p.10):

[...] o caráter objetivo da pesquisa pode ser realizável à medida que as condições de prova de um experimento forem claramente estabelecidas de modo a permitir que outros pesquisadores possam chegar às mesmas conclusões sobre os fatos, se seguirem às especificações dadas para o teste de hipótese sobre aqueles fenômenos.

A escolha ou criação do método facilitará o desenrolar da pesquisa científica, trazendo conforto para o pesquisador e confiança no resultado apresentado à ciência e aos que queiram adquirir ou utilizar seus conhecimentos e conclusões.


2.3  CONFIABILIDADE

A objetividade da pesquisa, a clareza dos dados e resultados, gerarão confiabilidade. A confiabilidade, por sua vez, ampliará as possibilidades do saber.

Ao passar confiança nos resultados alcançados, novas expectativas de avanço científico irão se descortinar, pois o importante é alcançar o conhecimento em si, confiável, sério, claro e objetivo, como já mencionado nas seções anteriores.


2.4  UTILIDADE

O conhecimento científico deve ser útil para gerar mais conhecimento. Todos os grandes cientistas se utilizaram de fontes de conhecimento científicos já existentes para chegar às suas importantes descobertas para a humanidade.

A sensação de inutilidade do conhecimento científico, transmitida por métodos inadequados de ensino, através dos anos, em várias disciplinas, tem afastado e até anulado o interesse de muitos alunos pelo conhecimento científico.  

Tomamos como exemplo, as equações ou gráficos matemáticos, que por si só não mostram a sua utilidade.  Ensina-se somente como devem ser solucionados, através de fórmulas e métodos pré-estabelecidos e não facilmente explicáveis, sem nenhum estímulo ao raciocínio lógico e crítico.


3  CONCLUSÃO

O conhecimento científico, apresentado de forma sistemática, objetiva, clara e confiável, provando sua contribuição e utilidade na ampliação do saber, assinala intrinsecamente a sua importância para a humanidade.

Desta feita, cabe aos educadores, sejam estes pais ou mestres, assimilarem a importância do conhecimento científico e levarem para as gerações seguintes o estímulo ao pensamento reflexivo, à criatividade e à motivação por adquirir novo conhecimento.

Para Rogers (apud KERR) “ensinar é mais que transmitir conhecimento – é despertar a curiosidade, é instigar o desejo de ir além do conhecido. É desafiar a pessoa a confiar em si mesmo e dar um novo passo em busca de mais”. 

Esforços pedagógicos têm sido apresentados, a fim de que se faça brotar no aluno o desejo de conhecer de maneira científica. Nesse sentido, recomenda-se um estudo dos métodos de ensino existentes e o senso de utilidade científica que deles decorrem.


4  REFERÊNCIAS

JACOBINI, Maria Letícia de Paiva. Metodologia do Trabalho Acadêmico. 2 ed. Campinas: Alínea, 2004.

KERR, Elisa. ArtEducando: Concepção de Karl Rogers sobre aprendizagem. Disponível em http://elisakerr.wordpress.com/concepcao-de-aprendizagem-de-carl-rogers/. Acesso em: 10 abr. 2008.

RUDIO, Franz Victor. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 32 ed. Petrópolis: Vozes, 2004.

A Importância do Conhecimento Científico


A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO



RESUMO

A importância do conhecimento científico se reconhece no momento que este conhecimento se torna útil, tanto para o pesquisador como para quem irá usufruir dos resultados da pesquisa apresentada. Há qualidades no conhecimento científico que o caracterizam e que provam a sua importância real para a humanidade. Tal importância precisa ser assimilada e disseminada às próximas gerações.

Palavras chave: objetividade, clareza, confiabilidade.


1  INTRODUÇÃO

Conhecimento é uma palavra ampla no seu sentido, em seu significado empírico, usual e generalista. É casualmente adquirido ou assimilado pelo ser humano, através de fatos, concretos ou abstratos, ininterruptamente, sem levar em conta procedência, importância, veracidade e a sua real utilidade.

Todo ser humano, em geral, ávido por conhecer, acaba se lançando ou se expondo a toda sorte de meios de informação. E é no emaranhado de informações impressas, faladas, visuais, sensoriais, que o conhecimento científico se destaca, pela sua objetividade, seriedade, clareza, confiabilidade e senso real de utilidade.


2  QUALIDADES DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO

O conhecimento científico de determinado assunto, procura organizar e esclarecer a partir do saber empírico. Também amplia as descobertas já comprovadas, uma vez que todo conhecimento tem caráter ilimitado.

A seguir, vamos ver algumas qualidades do conhecimento científico, que servem de base para provar-se a sua importância para o enriquecimento do ser humano.
2.1  OBJETIVIDADE

A escolha de um tema, uma problemática ou até mesmo curiosidade dá início a uma pesquisa científica que irá gerar o então mencionado conhecimento científico. Para Van Dalen e Meyer (apud RUDIO, 2004, p. 16) “o trabalho de pesquisa não é de natureza mecânica, mas requer imaginação criadora e iniciativa individual”.

Ao contrário do que se pensa inicialmente, a pesquisa científica não é reservada para mentes privilegiadas, filósofos, pesquisadores e cientistas. É, sim, para todo aquele que queira conhecer de maneira sistematizada todo e qualquer assunto ou matéria, de que gênero for. Para Rudio (2004, p.16) “[...] talvez uma das maiores dificuldades, de quem se inicia na pesquisa científica, seja a de imaginar que basta um roteiro minucioso, detalhado, para seguir e logo a pesquisa estará realizada”.

O que realmente faz com que a pesquisa seja levada a termo é a persistência, dedicação e esforços contínuos do pesquisador, cujos objetivos bem traçados e seriedade, o levarão a ter uma experiência enriquecedora para si, para a ciência e para aqueles com quem puder compartilhar os seus resultados.


2.2  CLAREZA

A clareza se dá com o uso da metodologia ou sistemática adequada para cada caso ou tema escolhido. Serve para dirimir dúvidas quanto à veracidade dos dados coletados e resultados, enobrecendo a qualidade do novo conhecimento científico apresentado.

Os métodos mais comuns, utilizados em pesquisas, são os da observação, hipóteses, experimentação e coletas de dados. Contudo, fica por conta da criatividade do pesquisador, tanto a escolha como o desenvolvimento de novas metodologias.

Para Jacobini (2004, p.10):

[...] o caráter objetivo da pesquisa pode ser realizável à medida que as condições de prova de um experimento forem claramente estabelecidas de modo a permitir que outros pesquisadores possam chegar às mesmas conclusões sobre os fatos, se seguirem às especificações dadas para o teste de hipótese sobre aqueles fenômenos.

A escolha ou criação do método facilitará o desenrolar da pesquisa científica, trazendo conforto para o pesquisador e confiança no resultado apresentado à ciência e aos que queiram adquirir ou utilizar seus conhecimentos e conclusões.


2.3  CONFIABILIDADE

A objetividade da pesquisa, a clareza dos dados e resultados, gerarão confiabilidade. A confiabilidade, por sua vez, ampliará as possibilidades do saber.

Ao passar confiança nos resultados alcançados, novas expectativas de avanço científico irão se descortinar, pois o importante é alcançar o conhecimento em si, confiável, sério, claro e objetivo, como já mencionado nas seções anteriores.


2.4  UTILIDADE

O conhecimento científico deve ser útil para gerar mais conhecimento. Todos os grandes cientistas se utilizaram de fontes de conhecimento científicos já existentes para chegar às suas importantes descobertas para a humanidade.

A sensação de inutilidade do conhecimento científico, transmitida por métodos inadequados de ensino, através dos anos, em várias disciplinas, tem afastado e até anulado o interesse de muitos alunos pelo conhecimento científico.  

Tomamos como exemplo, as equações ou gráficos matemáticos, que por si só não mostram a sua utilidade.  Ensina-se somente como devem ser solucionados, através de fórmulas e métodos pré-estabelecidos e não facilmente explicáveis, sem nenhum estímulo ao raciocínio lógico e crítico.


3  CONCLUSÃO

O conhecimento científico, apresentado de forma sistemática, objetiva, clara e confiável, provando sua contribuição e utilidade na ampliação do saber, assinala intrinsecamente a sua importância para a humanidade.

Desta feita, cabe aos educadores, sejam estes pais ou mestres, assimilarem a importância do conhecimento científico e levarem para as gerações seguintes o estímulo ao pensamento reflexivo, à criatividade e à motivação por adquirir novo conhecimento.

Para Rogers (apud KERR) “ensinar é mais que transmitir conhecimento – é despertar a curiosidade, é instigar o desejo de ir além do conhecido. É desafiar a pessoa a confiar em si mesmo e dar um novo passo em busca de mais”. 

Esforços pedagógicos têm sido apresentados, a fim de que se faça brotar no aluno o desejo de conhecer de maneira científica. Nesse sentido, recomenda-se um estudo dos métodos de ensino existentes e o senso de utilidade científica que deles decorrem.


4  REFERÊNCIAS

JACOBINI, Maria Letícia de Paiva. Metodologia do Trabalho Acadêmico. 2 ed. Campinas: Alínea, 2004.

KERR, Elisa. ArtEducando: Concepção de Karl Rogers sobre aprendizagem. Disponível em http://elisakerr.wordpress.com/concepcao-de-aprendizagem-de-carl-rogers/. Acesso em: 10 abr. 2008.

RUDIO, Franz Victor. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 32 ed. Petrópolis: Vozes, 2004.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Administração Eclesiástica


AS CONSEQUÊNCIAS DA SÍNDROME DE CELEBRIDADE E DO COMPLEXO DE PEDESTAL PARA A IGREJA

1 INTRODUÇÃO

É improvável que não haja quem um dia já não se imaginou uma celebridade, alguém importante em alguma área, ganhando muito dinheiro e usufruindo de uma vida de prazer e glamour, sem preocupações.

Embora, saiba-se que isso não passa de utopia, muitos almejam e lutam veementemente para galgar essa estrada, acometendo-se da síndrome de celebridade, e acabam carregando consigo seguidores, que alimentam seu complexo de pedestal, até mesmo dentro das igrejas de Cristo, que ensinou que todos são iguais perante Deus.

Este trabalho visa ponderar sobre as consequências e perigos desse posicionamento para os cristãos nos dias de hoje.


2  CONSEQUÊNCIAS PARA A IGREJA

É muito comum confundir liderança com poder e força sobre as pessoas. Bezerra diz que “muitos dentre o clero e organizadores de grupo paraeclesiástico se veem como líderes, não como servos” (2010).

Jesus, quando lavou os pés dos discípulos, ensinou claramente qual o papel do líder cristão, ou seja, de servo.  Fernandes afirma que “Jesus Cristo sabe que o ser humano tem essa carência de atenção. E ensinou seus discípulos a abrirem mão dessa atitude”(2011).

O que está acontecendo com a Igreja de Cristo é que as lideranças estão confundindo o seu papel. Muitos líderes estão se tornando verdadeiros animadores de palco e o povo que os sustenta com suas ofertas, tem a sensação que já está contribuindo para o crescimento da obra de Deus, deixando de lado o chamado de Jesus, que é a evangelização pessoal. Um chamado para todos realizarem. Obviamente que um grande evangelista deve ser patrocinado pelo povo de Deus, mas isso não pode invalidar ou substituir a responsabilidade que todo cristão tem de arrebanhar almas para o reino de Deus.

Outro problema sério é o financeiro e moral. Por estar em evidência, o povo cobra perfeição da pessoa, que pode não suportar a pressão e cair em terríveis enganos, desencadeando-se os escândalos que a cada dia vemos veiculados na mídia. Isso envergonha o evangelho e parece ser um “prato cheio” para aqueles que se opõe à causa de Cristo nessa terra.

A visão distorcida das pessoas é outra situação que não deveria acontecer no meio cristão. As pessoas que têm cargo, posição social elevada ou são de algum modo influentes, são as mais valorizadas.

Pior ainda é o vício que isso pode trazer para líderes que são “adorados” e que com o tempo não conseguem vivem sem a adulação e o apreço da multidão, trazendo prejuízo emocional para si e para o seu rebanho.


3 CONCLUSÃO

Conclui-se que tanto a síndrome de celebridade, como o complexo de pedestal, acometem também líderes espirituais e o povo de Deus.

O apóstolo Paulo observou bem quando escreveu “Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia” (BÍBLIA, N.T. 1 Coríntios 10:12).  Paulo era líder, dos mais respeitados e pensava sobre o assunto já naquela época.

Portanto, a situação pode ocorrer com qualquer um, mas a vigilância constante, o estudo da Palavra de Deus e a comunhão com Deus serão sempre o porto firme e seguro do cristão verdadeiro, que luta para não cair nesse tipo de cilada.


5 REFERÊNCIAS

Bíblia Online. Versão Almeida Corrigida e Revisada Fiel. Disponível em http://www.bibliaonline.com.br/acf/1co/10 Acesso em 22 jun. 11.

Bezerra, C. Administração Eclesiástica e Liderança. Indaial: Ed. Grupo UNIASSELVI, 2010.

Fernandes, S. Síndrome de Celebridade. Disponível em http://devocionais.amoremcristo.com/devocionais_texto.asp?id=246 Acesso em 22 jun. 11

terça-feira, 21 de junho de 2011

A Comunicação e a Homilética


1 INTRODUÇÃO

A comunicação surgiu com a palavra falada, desde a criação do mundo, quando Deus disse: “[...]Haja luz; e houve luz” (BÍBLIA, A.T., Gênesis 1:3). É ela a ferramenta utilizada para se passar mensagens, informações, sentimentos, experiências, modificando sociedades.

Com o advento do cristianismo, surgiu a necessidade de se passar a mensagem de Cristo através da palavra falada, de forma sistematizada, com técnicas, para se atingir grupos e multidões, surgindo daí a homilética.

Este trabalho visa mostra a relação e importância da comunicação para a homilética.

2 COMUNICAÇÃO E  HOMILÉTICA

Vasconcelos diz que:
 Comunicar é tornar comum, podendo ser um ato de mão única, como TRANSMITIR (um emissor transmite uma informação a um receptor), ou de mão dupla, como COMPARTILHAR (emissores e receptores constroem o saber, a informação, e a transmitem). Comunicação é a representação de uma realidade.” (2009)

Portanto, a comunicação é um importante veículo de sustentação da sociedade. No início usavam-se as palavras, os gestos, os sinais. Com o surgimento da escrita, a comunicação se solidificou e deixou de ser somente oral e gestual, para se perpetuar.

A comunicação oral e escrita sempre foi de tal importância para a sociedade, que as pessoas mais bem sucedidas e famosas, na maioria das vezes, são aquelas que têm ou desenvolvem habilidades na área da comunicação.  A partir dessa observação, os gregos desenvolveram um conjunto de regras técnicas, ao qual chamaram de “retórica”. A partir da retórica, que é a arte de falar bem em público e de persuadir, os cristãos criaram a homilética.

Ferraz diz que a palavra “homilética” é derivada do grego “homilos”, que significa multidão, de “homilia”, que significa discurso com a finalidade de convencer e agradar e “homileo”, que quer dizer falar, conversar (2011).
Com a necessidade de se transmitir a mensagem cristã para grupos de pessoas e não somente isso, mas também que a mensagem fosse entendida e praticada, foi que surgiu a homilética, ciência, arte e dom de transmitir a Palavra de Deus, de maneira planejada, sem desprezar o conhecimento bíblico e a dependência do Espírito Santo.

O elo entre a comunicação e a homilética é a transmissão da mensagem, que se dá através da palavra falada. Sem a comunicação, a homilética não teria sentido.

O objetivo maior da homilética é que a mensagem, transmitida pelo emissor, transforme-se em sentimento, prática e regra de vida para o receptor.  Para tanto, o transmissor deve se preparar intelectualmente e desenvolver as habilidades suficientes para a boa transmissão da mensagem proposta.


3 CONCLUSÃO

Conclui-se que com a homilética expande-se a possibilidade de se transmitir a mensagem das boas novas de Cristo com maior facilidade e eloqüência, sendo a comunicação efetiva o objetivo dessa transmissão.

Ao comunicar de forma sistematizada, o transmissor da mensagem terá maior chance de sucesso e o emissor de reter o que foi comunicado.


5 REFERÊNCIAS

Bíblia Online. Versão Almeida Corrigida e Revisada Fiel. A.T. Gênesis 1:3. Disponível em http://www.bibliaonline.com.br/acf/s/*/1/haja%20luz Acesso em 28 fev. 11.

Ferraz, J. Homilética (a arte de preparar e pregar sermões). Disponível em http://solascriptura-tt.org/Ide/Homiletica-JoseFerraz.htm Acesso em 28 fev. 11.

Vasconcelos, A. O que é comunicação. Disponível em http://ana-intervalo.blogspot.com/2009/02/o-que-e-comunicacao.html Acesso em 28 fev. 11.