sexta-feira, 20 de março de 2015

A COMUNICAÇÃO E SUA IMPORTÂNCIA PARA A HOMILÉTICA

1 INTRODUÇÃO

A comunicação surgiu com a palavra falada, desde a criação do mundo, quando Deus disse: “[...]Haja luz; e houve luz” (BÍBLIA, A.T., Gênesis 1:3). É ela a ferramenta utilizada para se passar mensagens, informações, sentimentos, experiências, modificando sociedades.

Com o advento do cristianismo, surgiu a necessidade de se passar a mensagem de Cristo através da palavra falada, surgindo daí a homilética.

Este trabalho visa mostra a relação e importância da comunicação para a homilética.

2 COMUNICAÇÃO E  HOMILÉTICA

Vasconcelos diz que:
 Comunicar é tornar comum, podendo ser um ato de mão única, como TRANSMITIR (um emissor transmite uma informação a um receptor), ou de mão dupla, como COMPARTILHAR (emissores e receptores constroem o saber, a informação, e a transmitem). Comunicação é a representação de uma realidade.” (2009)

Portanto, a comunicação é um importante veículo de sustentação da sociedade. No início usavam-se as palavras, os gestos, os sinais. Com o surgimento da escrita, a comunicação se solidificou e deixou de ser somente oral e gestual, para se perpetuar.

A comunicação oral e escrita, sempre foi de tal importância na sociedade, que as pessoas mais bem sucedidas e famosas, na maioria das vezes, são aquelas que têm ou desenvolvem habilidades na área da comunicação.

 O Rei Davi cita uma situação de reconhecimento de seus pecados no Salmo 51:3: “Porque eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim.” (BÍBLIA, A.T. Salmos, 51:3).  Esse reconhecimento é altamente angustiante e traz dentro do pecador um desejo imenso de redenção. Daí, somente a figura do redentor e salvador irá trazer o alívio e a certeza de que o que passou, passou e que se já pode mover adiante.

Dessa forma, todo ser humano tem a necessidade de salvação. É como se fosse um vazio a preencher em si mesmo, uma busca por segurança e forças ou razão para continuar nesse mundo até o fim.


3 O PROPÓSITO DA VINDA DO REDENTOR

A vinda do redentor estava programada desde o início. Deus, em sua presciência, já havia planejado tudo. Jesus veio a esse mundo, como homem, se tornou cordeiro para morrer em nosso lugar.

Faustino (2004, p. 86-90) explica que na figura da construção do tabernáculo podem-se identificar os três estágios do ministério de Jesus como Redentor. No átrio, único lugar onde o povo tinha acesso, vê-se seu ministério para o mundo, no Lugar Santo, onde somente os sacerdotes tinham acesso, tem-se o ministério de Jesus com seus discípulos e no Lugar Santíssimo, o seu ministério com o Pai. Jesus esteve sempre preocupado com o povo (o mundo), caminhou e ensinou incessantemente seus discípulos e manteve comunhão com o Pai, aceitando passar pelo calvário, da mesma forma que o sacerdote entrava uma vez ao ano no Santo dos Santos, sozinho.

Assim, ele cumpriu o que era necessário para se tornar o Redentor: o sacrifício, pois sem o derramamento de sangue não havia o perdão dos pecados; a substituição, porque ele substituiu o animal do sacrifício, ou seja, substituiu o homem, pecador e conquistou a total aprovação de Deus. Cumpridos esses requisitos, a fé no Redentor Jesus Cristo, passou a prover a vitória sobre o poder do pecado, os ataques do diabo e a garantir a vida eterna ao ser humano.


4 CONCLUSÃO

Conclui-se que na pessoa de Jesus Cristo encontra-se o Redentor que toda a humanidade aspira conhecer.  Para tê-lo basta ter fé, crer nele e seguir-lo. Daí surge a importante missão que ele deixou a todos os cristãos, que é a de evangelizar os quatros cantos da terra, sendo este tema para outros estudos.


5 REFERÊNCIAS

Michaelis. Moderno Dicionário da Língua Portuguesa. Melhoramentos. Disponível em http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&palavra=resgatar Acesso em 21 Nov. 10

Bíblia Online. Versão Almeida Corrigida e Revisada Fiel. A.T. Salmos, 51:3. Disponível em http://www.bibliaonline.com.br/acf/sl/51 Acesso em 21 Nov. 10


Faustino, E.P. O Tabernáculo, Cristo e o Cristão. In: O Tabernáculo e o Ministério de Jesus. São José dos Campos: Ed.Cristã Evangélica, 2004. Cap. 16. p. 86-90